
Assim acredito que os workshops são importantes, mas temos que olhar bem a quem estamos "dando crédito" para que isso se reverta num investimento em nós mesmas. Nada de fazer vários workshops também para jogar dinheiro fora, faça algo que você se interesse, e passe um tempo amortizando aquele aprendizado, para que ele seja válido, e acrescente realmente algo de bom ao seu estilo de dançar. Que tal a Lulu?
6 comentários:
É, já pensei como vc e continuo pensando assim. Hoje filtro MUITO os workshops que participo porque, às vezes, fama não quer dizer muita coisa, infelizmente.
Workshop sempre deve oferecer um quê a mais pras alunas, porém dependendo da turma não adiante vc avançar se a base não está boa.
Beijos
Ai, Jarid, que isso! Eu sou o maior exemplo de como a dança do ventre vai além de auto-estima. Na dança, eu posso fazer e acontecer, mas na minha vida pessoal eu continuo a mesma mosquinha morta de sempre. Acho que a dança nos serve de válvula de escape, nos apresentando ou não em shows, para q ao menos durante um momento de nossas vidas, não nos sintamos feias para algo tão bonito e sensual.
Você se parece muito com a minha irmã, na forma de falar e até fisicamente, achei isso muito bom! Acho que isso também é responsável por meu "carinho gratuito" por você, além da sua história de vida com tantas vitórias!
Espero te ver mais nesse blog! E se der, tente dançar lá na Índia! Eu adoraria dançar como a Aishwarya Rai, não só a dança do ventre me encanta!
Oi, Celia! Desencantos com works é uma coisa que tem se repetido muito ultimamente, mais pela falta de crédito das ministradoras do que pelo avanço das alunas. É preciso explorar mais a própria intuição, criatividade, investigar possibilidades e oferecer métodos múltiplos de ensinar, para que possamos agradar a todas. Por que estamos prestando um serviço, cobramos das pessoas, além da responsabilidade e dever artístico com a dança. Coreografias são conseqüências das técnicas, e só vejo workshop de coreografia. Aí muito obrigada! Por isso acho que um dos trabalhos mais importantes do Brasil é o da Lulu. Ela é um grande exemplo em didática. Tenho no meu blog também algo sobre o mesmo assunto. Beijo!!!
Isso é verdade, a maioria dos workshops é para aprender coreografias, creio que as "mestras" pensam que assim as meninas assimilarão o maior número de passos, e também acho que existem muitas outras formas de se abordar e explorar um estilo. Os passos muitas vezes ficam "presos" em uma sequência - coreografia - e para depois os explorar em novas músicas e combinações é mais difícil, exige bastante memória e criatividade da bailarina. Ou seja, ver um DVD dá no mesmo!
Acho que também não podemos colocar no workshop a "solução" dos nossos problemas, eu espero principalmente encontrar novas maneiras de explorar nosso corpo na dança, não uma sequência de passos novos e "modernosos". Mas se novas informações forem bem ensinadas, nada melhor do que sair de um workshop com a sensação de que se fez um bom investimento.
E seja bem-vinda ao mundo blogueiro da dança do ventre! Nada melhor do que encontrar e trocar ideias com bailarinas pensantes!
Célia estou adorando seu blog, vc aborda um tema, e ele rende muito...se mais pessoas comentassem, podeeríamos ter uma mesa redonda, rsrsrs.
"mas uma nova forma de explorar nosso corpo para a dança, e assim montar nosso próprio estilo."
Eu seleciono muito o que vou estudar, se fizer um workshop comum, desses que ensina sequências coreográficas, eu estarei, sem a menor sombra de dúvidas, ali para observar a pessoa de perto, sua metodologia de ensino, suas fontes, muito mais como curiosidade de como ela cria e elabora suas sequências e repertório de passos do que os passos em si. Mas tem profissionais antenadas que já dão esse tipo de trabalho, indicando caminhos e fornecendo ferramentas paRA ACESSAR o interior e deixar a dança sair de dentro para fora, construindo a identidade. O caminho inverso da técnica, que vem de fora para dentro, o complemento perfeito! É chegada a era das vivências!
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