Estava lendo um texto muito engraçado indicado pela Lívia neste blog, sobre como devemos agir quando percebemos que não seremos dançarinas famosas. É bem divertido porque ela usa os exemplos daquilo que é extremo de acontecer, aquelas pessoas que viram caricaturas humanas, literalmente! Tenho que admitir que já vi umas alunas fanáticas pelas professoras, e digo: elas realmente dão medo!heheh
Mas aí eu comecei a pensar e pensar, dois dos exemplos dela são relacionados a críticas e gosto pessoal. Claro, não se pode chegar para uma pessoa e odiá-la gratuitamente, mas será que a gente não pode ter opinião de nada, sair falando que tudo é lindo, o amor é lindo, a la Caetano Velloso? Me pareceu o que já comentei antes, que criticar é coisa de mal-amada, de invejosa, de quem sabe que não vai chegar lá e por isso destrói o trabalho alheio. Mas será que é só isso?
Para quem gosta de tudo, fica aí esse vídeo (dica da Débora Hathor). Gosta, nêga?
6 comentários:
Oi Celia.
Concordo plenamente com você. É complicado quando a gente não gosta de certas coisas mas tem que ficar sorrindo para tudo para não magoar as pessoas. Quando você se propõe a se bailarina profissional tem que estar aberta à críticas construtivas e desencanar das pessoas que criticam pelo prazer. E se você não á bailarina profissional e faz dança para se divertir tem mais é que ligar o f*da-se para as pessoas e curtir suas aulas de dança.
Eu simplesmente adoro esse vídeo, não porque acho bonito, mas é tão bizarro que fica engraçado.
Bjus
Suelen, pois é, eu acho que quando abraçamos uma profissão, ainda mais uma que lida com a exposição constante da nossa imagem, temos que estar preparadas para as críticas. O que me incomoda além disso é uma certa aceitação em não ter opinião, essa sensação de eterno "em cima do muro". Cada um com sua personalidade, ok, mas muitas vezes eu vejo que essa adaptação é forçada. No me gusta!!
E sim, esse vídeo é ótimo, eu morro de rir! O negócio é alguém falar: "diivaaaa" pra isso aí!hauhuahua
Não sei sobre a música, mas que o figurino não contribuiu em nada para o desenvolvimento dos movimentos isso é fato. Acredito que o problema não seja driblar o tradicional em busca de uma nova leitura da dança, mas respeitar os limites que o próprio corpo, rítmos e movimentos, figurinos e todo o contexto cultural aí existente nos proporcionam (e que muitas esquecem).
Gostei da opinião das duas,(da Ghiza rocha e Celia Danele), ambas tem argumentos plausíveis.
Na minha opinião ninguém gosta de ser criticado,(nem eu), mas tbém ninguém é obrigado a gostar de nada.
saia curta ou aberta demais é horrivel, acaba com o mistério, pra mim saia curta e salto alto matam a dança!
É, é super complicado mesmo esse negócio de não podermos expressar nossa opinião. Eu mesma estou sofrendo pois expus minha opinião em público e fui acusada de "atacar alguém". Enfim fica o desabafo: Não é pq eu não gosto do corte chanel que ele não seja legal para várias pessoas e que eu , enquanto cabelereira não deva saber fazê-lo. Apenas me reservo o direito de não usar este tipo de corte em mmim!UFA!Uma analogia simples pode demonstrar que uma opinião é só uma opinião, e não um ataque pessoal!
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