1 - Fazia camelo invertido quando era o normal e vice-versa;
2 - Segurava os ombros com as mãos quando fazia o oito com a esperança do tronco não seguir meu quadril como uma "lagatixa com caimbrã".
3 - Girava a cabeça no Khaleege e quase caía no chão (ok, eu caí uma vez e fiquei estatelada uns momentos no chão tentando recobrar meu eixo, mas acho que só eu tive essa experiência bizarra... ¬¬).
4 - Achava que estava abafando, mas quando me olhava no espelho estava com as mãos caídas que nem garras parecendo o tiranossauro rex;
5 - Eu NUNCA conseguia fazer um deslocamento lateral perfeito. Saía desesperada atrás da professora! Ah!
6 - Fazia origami dançando com o véu;
7 - Perdia a ponta do véu ou o jogava como se fosse um lençol para ser estendido no varal;
8 - Dançava fazendo careta ou cara de sofrimento para ficar concentrada;;
9 - Não conseguia coordenar movimentos de braços e quadril ao mesmo tempo! Era muita informação!
10 - Quase enfartava quando a professora pedia para improvisar;
11 - Achava que nunca ia identificar os ritmos de ouvido;
12 - Só ouvia Nancy Ajram e Amr Diab! :D
13 - Quando fazia um movimento certo, ficava tão feliz que saía contando pra todo mundo. Até quem não fazia e não sabia nada de dança do ventre...
2 - Segurava os ombros com as mãos quando fazia o oito com a esperança do tronco não seguir meu quadril como uma "lagatixa com caimbrã".
3 - Girava a cabeça no Khaleege e quase caía no chão (ok, eu caí uma vez e fiquei estatelada uns momentos no chão tentando recobrar meu eixo, mas acho que só eu tive essa experiência bizarra... ¬¬).
4 - Achava que estava abafando, mas quando me olhava no espelho estava com as mãos caídas que nem garras parecendo o tiranossauro rex;
5 - Eu NUNCA conseguia fazer um deslocamento lateral perfeito. Saía desesperada atrás da professora! Ah!
6 - Fazia origami dançando com o véu;
7 - Perdia a ponta do véu ou o jogava como se fosse um lençol para ser estendido no varal;
8 - Dançava fazendo careta ou cara de sofrimento para ficar concentrada;;
9 - Não conseguia coordenar movimentos de braços e quadril ao mesmo tempo! Era muita informação!
10 - Quase enfartava quando a professora pedia para improvisar;
11 - Achava que nunca ia identificar os ritmos de ouvido;
12 - Só ouvia Nancy Ajram e Amr Diab! :D
13 - Quando fazia um movimento certo, ficava tão feliz que saía contando pra todo mundo. Até quem não fazia e não sabia nada de dança do ventre...
Bem, foi o que consegui me lembrar agora. Quem sabe depois eu não recordo de mais coisas? É bom lembrar da época de iniciante porque a gente percebe o quanto a dança nos motivou a crescer. Não conheço nenhuma outra modalidade de dança que dependa de tanto desprendimento de seu corpo que não seja de uma forma que o descaracterize ou o padronize, mas que traga lá do fundo seu extravazamento para interpretar uma melodia, explorando seu corpo e ele dando forma e sentimento à música. Acho que a dança do ventre toca lá na nossa alma porque para dançá-la precisamos ir além da técnica pura (que não existe aqui, no meu ponto de vista), porque dançar uma música árabe com intensidade e "perfeição" é entregar seu corpo deliberadamente.
Aqui então abaixo, uma dança (uma fusão entre dança do ventre e dança indiana) que eu acredito que seja total entrega, para inspirar iniciantes e iniciadas!
